Pontes

Ponte de Arcos de Valdevez

A Ponte de Arcos de Valdevezum exemplar oitocentista de arquitetura de comunicações e transportes, também designada por Ponte da Vila, liga as duas margens do Rio Vez neste seu troço mais urbano. Foi edificada no lugar de uma velha ponte medieval. A construção atual, do século XIX, de tabuleiro plano e quatro arcos abatidos, que teve como Diretor de Obra Henrique Cândido Pereira de Araújo, é hoje um dos aspectos mais reconhecíveis da imagem da Vila de Arcos de Valdevez

Ponte-açude de Arcos de Valdevez

Ponte-açude dos Arcos de Valdevez localiza-se a Norte da Ponte da Vila. Trata-se de uma estrutura, utilizada como meio de ligação pedonal entre as duas margens do Rio Vez, mas com mais uma função, açude, designado como Açude da Valeta, e instalado na praia fluvial com a mesma designação.

Ponte de Vilela

A Ponte de Vilela é uma ponte medieval no rio Vez. Trata-se de um magnífico exemplar de arquitetura de comunicações e transporte, medieval, classificado como Imóvel de Interesse Público. É uma construção de grande solidez, assente nas margens do rio e num pegão central defendido por forte talha-mar de forma triangular. O tabuleiro, que poderá ser o resultado de uma remodelação tardo –medieval ou moderna, é em cavalete pronunciado, lajeado com guardas de pedra, que nos seus quatro metros de largura vence um  triedro  total superior a 40 metros..  Apresenta dois arcos, de dimensão e formato diferentes, um maior, de volta ligeiramente quebrada, e outro mais pequeno, de volta perfeita. Observam-se, nos intradorsos, inúmeras siglas medievais de canteiro.

Ponte de Ázere

Ponte de Ázere localiza-se a menos de um quilómetro para Oeste da aldeia com a mesma designação. Construída para vencer o Rio Ázere, um dos principais afluentes do Rio Vez, esta Ponte Medieval de remodelação moderna, que ainda hoje serve a população, apresenta cantaria de silhares graníticos de boa construção, com dois arcos de volta perfeita alicerçados nas margens e no pegão central. Terá sido na remodelação moderna, garantida por João Rodrigues que o tabuleiro terá ficado horizontal. Trata-se de um tabuleiro sem guardas e lajeado, de cerca de quatro metros de largura.