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Açude de Outeiro

Açude de Outeiro é um exemplar de uma construção típica dos rios da tipologia do Rio Vez. O seu objectivo, em determinada zona do rio, “abrandar” a corrente e criar uma maior concentração de água, para fins da economia tradicional ou para fins de lazer. Mais ou menos elaboradas, estas construções encontram-se em diversos pontos do Museu.

Serração de S. Paio

A Serração de S. Paio é um equipamento industrial, em pleno funcionamento, de serração de madeira. O engenho é movido pela força da água, que chega à serra por um grande canal, que a conduz, a partir do Rio Vez, ao mecanismo que coloca a roda em funcionamento e dá energia motriz para a actividade.

Fonte do Piolho

Fonte do Piolho encontra-se na margem direita do Rio Vez, a Norte do Açude da Valeta. É uma fonte revivalista, possivelmente do século XIX, de espaldar enquadrado de cada um dos lados por pilastra simples. No centro do espaldar existe um painel de azulejos a azul e branco.

Antigo caminho e Moinho de S. Cosme e S. Damião

O Antigo caminho e Moinho de S. Cosme e S. Damião localizam-se na margem esquerda do Rio Vez. O vale do Rio Vez é, maioritariamente, um espaço rural. Nas suas margens são muitos os caminhos trilhados durante séculos. É na União das Freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá, concretamente em São Cosme e São Damião, que se desenvolve um desses velhos caminhos, de cronologia desconhecida, mas seguramente secular. Empedrado, este caminho, que vence uma pequena linha de água no seu percurso, desenvolve-se, em parte, entre muros de divisão de espaços agrícolas. Percorrendo o caminho no sentido Sul/Norte, desembocamos no Moinho de Cosme e S. Damião.

Pilares da Ponte de Aspra

Os Pilares da Ponte de Aspra, são vestígios dos elementos verticais localizados nas margens do Rio Vez, usados para receber os esforços diagonais de uma ponte que serviu estas populações durante muito tempo, mas cujo tabuleiro hoje jaz submerso no leito do rio.

Casa e Serração da Quinta do Prego

Casa da Quinta do Prego, também conhecida por Palácio dos Pugas, localiza-se Norte da Ponte de Vilela, na margem direita do Rio Vez. É um conjunto construído, datado do século XVIII, que conserva ainda a habitação principal e a capela. Na frente da habitação principal, ergue-se a Serração da Quinta do Prego, um equipamento de serração de madeira, em pleno funcionamento, instalado num edifício de traça tradicional, também ele em madeira. O engenho é movido pela força da água, que chega à serra por um canal, que a conduz ao mecanismo que coloca a roda em funcionamento e dá energia motriz para a laboração.