Moinhos

Moinho da Carvalha e Moinho da igreja de Santar

O Moinho da Carvalha e o Moinho de Santar (Igreja), eram engenhos de moagem de cereal, de roda horizontal no interior dos edifícios, que tiravam partido da força da água do rio para funcionar, através de uma levada, um canal que desviava a água do seu leito e a conduzia até aos moinhos, regressando depois ao seu curso normal ou orientada para outras funções, como por exemplo o regadio. Este tipo de moinho é muito comum nas zonas de montanha.

Moinho do Rio

O Moinho do Rio localizado na margem direita do Rio Vez, era, à semelhança dos restantes moinhos e azenhas desta linha de água, um equipamento cuja actividade se centrava na força propulsora da água que faz girar o rodizio e, consequentemente as mós, permitindo a transformação do cereal em farinha.

Moinho da Breia

O Moinho da Breia,na margem direita do Rio Vez, está incorporado numa construção de grandes dimensões, destacando-se, neste aspecto, dos restantes moinhos do Museu. No seu objetivo e funcionamento é similar aos restantes moinhos e azenhas, usando a força da água para transformar cereal em farinha. É um equipamento que se encontra em razoáveis condições de conservação, podendo ser observadas todas as componentes do funcionamento no interior.

Moinhos de Aspra

Os Moinhos de Aspra são dois exemplares de equipamentos tradicionais e comuns nos rios de montanha, de transformação de cereais em farinha através da força da água que faz girar uma roda horizontal localizada no interior dos edifícios. São dois exemplares que apesar de terem o mesmo objetivo e funcionamento, se distanciam na dimensão e estado de conservação. São reveladores da importância do Rio Vez na economia tradicional da comunidade.

Moinho da Roda

O Moinho da Roda era um engenho de moagem de cereal, de roda horizontal no interior do edifício,  que tirava partido da força da água do rio para funcionar,  à semelhança dos restantes moinhos do Museu da Água.